Eles não trabalham nos hospitais, mas estão na linha de frente de contato com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Profissionais de serviços essenciais como os sepultadores, coletores de lixo, gasistas e operadores de pedágio não para suas atividades mesmo durante uma pandemia.

Todos concordam que a vida mudou. Uma mistura de preocupação, medo, distanciamento e muito trabalho.ADVERTISING

“Estamos trabalhando dobrado nesse período, em tese, deveríamos trabalhar das 7h às 18h, mas têm gente saindo depois das 20 horas”, conta Manoel Norberto, agente sepultador do cemitério da Cachoeirinha e diretor do Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo). “Além da preocupação com o aumento de casos da doença.”

Eles não trabalham nos hospitais, mas estão na linha de frente de contato com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Profissionais de serviços essenciais como os sepultadores, coletores de lixo, gasistas e operadores de pedágio não para suas atividades mesmo durante uma pandemia.

Todos concordam que a vida mudou. Uma mistura de preocupação, medo, distanciamento e muito trabalho.ADVERTISING

“Estamos trabalhando dobrado nesse período, em tese, deveríamos trabalhar das 7h às 18h, mas têm gente saindo depois das 20 horas”, conta Manoel Norberto, agente sepultador do cemitério da Cachoeirinha e diretor do Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo). “Além da preocupação com o aumento de casos da doença.”

Quem são os profissionais que não podem parar a rotina na pandemia

Eles não trabalham nos hospitais, mas estão na linha de frente de contato com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Profissionais de serviços essenciais como os sepultadores, coletores de lixo, gasistas e operadores de pedágio não para suas atividades mesmo durante uma pandemia.

Todos concordam que a vida mudou. Uma mistura de preocupação, medo, distanciamento e muito trabalho.ADVERTISING

“Estamos trabalhando dobrado nesse período, em tese, deveríamos trabalhar das 7h às 18h, mas têm gente saindo depois das 20 horas”, conta Manoel Norberto, agente sepultador do cemitério da Cachoeirinha e diretor do Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo). “Além da preocupação com o aumento de casos da doença.”