Governo comunista persegue cristianismo há tempos, mas se aproveita do surto de coronavírus para demolir templos

Com os fiéis cristãos isolados em casa por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, autoridades chinesas se aproveitaram da ausência deles para demolir suas igrejas no país, cujo governo comunista faz de tudo para impedir a manifestação da crença cristã.

Têm viralizado na internet vídeos de cruzes removidas com guindastes e construções postas abaixo por escavadeiras. As imagens têm sido enviadas por organizações não governamentais (ONGs) que lutam pela permanência do cristianismo no país oriental, como a Irmandade Cristã Chinesa e a ChinaAid, entre outras.

“A perseguição religiosa continua mesmo no meio da quarentena por causa do coronavírus”, escreveu Bob Fu, um dos fundadores da ChinaAid. “A Igreja de Xiangbaishu, na cidade de Yixing, província de Jiangsu, foi destruída pelo governo do Partido Comunista da China.

A cruz é a nossa glória”, complementa o ativistano microblog.

Algumas organizações governamentais foram formadas para controlar o culto cristão no país, mas são tantas as restrições que, obviamente, existe a intenção de suprimir aos poucos os seguidores do Senhor Jesus naquela nação.

Segundo o jornal britânico The Guardian, são cerca de 90 milhões de cristãos chineses, sendo que um terço deles congrega em igrejas escondidas do governo, ilegais. Mesmo nas legais, menores de 18 anos não podem entrar.

A publicação de Londres diz que 5,5 mil igrejas cristãs foram demolidas, desativadas ou até confiscadas pelo governo comunista e que, mesmo em alguns templos ainda permitidos pelas autoridades, os frequentadores são vigiados eletronicamente, com filas para reconhecimento facial na entrada e rastreamento por meio de seus celulares.

Nem on-line nem em casa
Com o avanço da Covid-19 e a quarentena sugerida pelo governo, os membros das igrejas cristãs registradas pelo Estado ou clandestinas passaram a se reunir pela internet, via teleconferência. Na província de Shandong, no leste do país, as organizações “cristãs” estatais declararam publicamente que as pregações on-line fossem interrompidas e que as igrejas que fizessem essas reuniões em segredo seriam desativadas. O mesmo estaria acontecendo nas outras províncias, mesmo sem advertência oficial.

Segundo o site de notícias norte-americano Breitbart, o Partido Comunista da China incentiva que pessoas denunciem também os cultos feitos em casa fora da época da quarentena, quem os promove e quantas pessoas os frequentam. E não só as reuniões domésticas são alvo da proibição. Ela se estende a seminários, ministérios, projetos de voluntariado, escolas dominicais e a qualquer outro tipo de iniciativa.

A Bíblia já antecipava a marcação cerrada do diabo aos cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12). Hoje o maligno atua por meio de governos opressores e entidades que se incomodam com a Verdade que a Palavra de Deus dissemina.

Governo comunista persegue cristianismo há tempos, mas se aproveita do surto de coronavírus para demolir templos

Com os fiéis cristãos isolados em casa por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, autoridades chinesas se aproveitaram da ausência deles para demolir suas igrejas no país, cujo governo comunista faz de tudo para impedir a manifestação da crença cristã.

Têm viralizado na internet vídeos de cruzes removidas com guindastes e construções postas abaixo por escavadeiras. As imagens têm sido enviadas por organizações não governamentais (ONGs) que lutam pela permanência do cristianismo no país oriental, como a Irmandade Cristã Chinesa e a ChinaAid, entre outras.

“A perseguição religiosa continua mesmo no meio da quarentena por causa do coronavírus”, escreveu Bob Fu, um dos fundadores da ChinaAid. “A Igreja de Xiangbaishu, na cidade de Yixing, província de Jiangsu, foi destruída pelo governo do Partido Comunista da China.

A cruz é a nossa glória”, complementa o ativistano microblog.

Algumas organizações governamentais foram formadas para controlar o culto cristão no país, mas são tantas as restrições que, obviamente, existe a intenção de suprimir aos poucos os seguidores do Senhor Jesus naquela nação.

Segundo o jornal britânico The Guardian, são cerca de 90 milhões de cristãos chineses, sendo que um terço deles congrega em igrejas escondidas do governo, ilegais. Mesmo nas legais, menores de 18 anos não podem entrar.

A publicação de Londres diz que 5,5 mil igrejas cristãs foram demolidas, desativadas ou até confiscadas pelo governo comunista e que, mesmo em alguns templos ainda permitidos pelas autoridades, os frequentadores são vigiados eletronicamente, com filas para reconhecimento facial na entrada e rastreamento por meio de seus celulares.

Nem on-line nem em casa
Com o avanço da Covid-19 e a quarentena sugerida pelo governo, os membros das igrejas cristãs registradas pelo Estado ou clandestinas passaram a se reunir pela internet, via teleconferência. Na província de Shandong, no leste do país, as organizações “cristãs” estatais declararam publicamente que as pregações on-line fossem interrompidas e que as igrejas que fizessem essas reuniões em segredo seriam desativadas. O mesmo estaria acontecendo nas outras províncias, mesmo sem advertência oficial.

Segundo o site de notícias norte-americano Breitbart, o Partido Comunista da China incentiva que pessoas denunciem também os cultos feitos em casa fora da época da quarentena, quem os promove e quantas pessoas os frequentam. E não só as reuniões domésticas são alvo da proibição. Ela se estende a seminários, ministérios, projetos de voluntariado, escolas dominicais e a qualquer outro tipo de iniciativa.

A Bíblia já antecipava a marcação cerrada do diabo aos cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12). Hoje o maligno atua por meio de governos opressores e entidades que se incomodam com a Verdade que a Palavra de Deus dissemina.

China destrói igrejas durante pandemia

Governo comunista persegue cristianismo há tempos, mas se aproveita do surto de coronavírus para demolir templos

Reprodução

Com os fiéis cristãos isolados em casa por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, autoridades chinesas se aproveitaram da ausência deles para demolir suas igrejas no país, cujo governo comunista faz de tudo para impedir a manifestação da crença cristã.

Têm viralizado na internet vídeos de cruzes removidas com guindastes e construções postas abaixo por escavadeiras. As imagens têm sido enviadas por organizações não governamentais (ONGs) que lutam pela permanência do cristianismo no país oriental, como a Irmandade Cristã Chinesa e a ChinaAid, entre outras.

“A perseguição religiosa continua mesmo no meio da quarentena por causa do coronavírus”, escreveu Bob Fu, um dos fundadores da ChinaAid. “A Igreja de Xiangbaishu, na cidade de Yixing, província de Jiangsu, foi destruída pelo governo do Partido Comunista da China.

A cruz é a nossa glória”, complementa o ativistano microblog.

Algumas organizações governamentais foram formadas para controlar o culto cristão no país, mas são tantas as restrições que, obviamente, existe a intenção de suprimir aos poucos os seguidores do Senhor Jesus naquela nação.

Segundo o jornal britânico The Guardian, são cerca de 90 milhões de cristãos chineses, sendo que um terço deles congrega em igrejas escondidas do governo, ilegais. Mesmo nas legais, menores de 18 anos não podem entrar.

A publicação de Londres diz que 5,5 mil igrejas cristãs foram demolidas, desativadas ou até confiscadas pelo governo comunista e que, mesmo em alguns templos ainda permitidos pelas autoridades, os frequentadores são vigiados eletronicamente, com filas para reconhecimento facial na entrada e rastreamento por meio de seus celulares.

Nem on-line nem em casa
Com o avanço da Covid-19 e a quarentena sugerida pelo governo, os membros das igrejas cristãs registradas pelo Estado ou clandestinas passaram a se reunir pela internet, via teleconferência. Na província de Shandong, no leste do país, as organizações “cristãs” estatais declararam publicamente que as pregações on-line fossem interrompidas e que as igrejas que fizessem essas reuniões em segredo seriam desativadas. O mesmo estaria acontecendo nas outras províncias, mesmo sem advertência oficial.

Segundo o site de notícias norte-americano Breitbart, o Partido Comunista da China incentiva que pessoas denunciem também os cultos feitos em casa fora da época da quarentena, quem os promove e quantas pessoas os frequentam. E não só as reuniões domésticas são alvo da proibição. Ela se estende a seminários, ministérios, projetos de voluntariado, escolas dominicais e a qualquer outro tipo de iniciativa.

A Bíblia já antecipava a marcação cerrada do diabo aos cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12). Hoje o maligno atua por meio de governos opressores e entidades que se incomodam com a Verdade que a Palavra de Deus dissemina.

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