Novo Facebook chega para todos; veja o que muda na rede social

Anunciado em abril do último ano, novo layout da rede social chegou na última sexta-feira (8); modo escuro está entre as principais novidades

O novo Facebook chegou a todos os usuários na última sexta-feira (8), após meses de testes. Anunciado em abril de 2019, na conferência F8, o redesign da rede social para desktop vem para simplificar a navegação e proporcionar um carregamento mais rápido das páginas. O novo layout, que se assemelha bastante ao visual do aplicativo do Facebook, traz o modo escuro como grande destaque e pode ser ativado em poucos cliques. A seguir, confira as principais mudanças da rede social.

1. Navegação simplificada

O redesign do Facebook para web carrega traços do visual do aplicativo para celulares Android iPhone (iOS), projetado para oferecer carregamento mais veloz e navegação mais fácil. O novo layout da rede social apresenta um feed de notícias mais enxuto, ícones maiores e uma barra de menus que permite saltar para áreas como grupos, páginas, Marketplace Facebook Watch.

Com um visual mais limpo e textos maiores, o Facebook espera facilitar a procura na rede social. Segundo a empresa de Mark Zuckerberg, a página inicial e as transições de página carregam com mais velocidade. Para ativar o novo layout, basta selecionar a seta no canto superior direito da página e selecionar a opção “Mudar para o novo Facebook”.

2. Modo escuro

Embora a mudança no layout chame bastante a atenção, o modo escuro é, sem dúvidas, o principal destaque do novo Facebook. Também conhecido como modo noturno, o recurso reduz o brilho da tela e proporciona uma experiência mais confortável em ambientes pouco iluminados.

Para ativar o dark mode no Facebook é preciso clicar sobre a seta no canto superior direito da página e selecionar a opção “Mudar para o novo Facebook”. A rede social mostrará algumas telas de introdução ao novo visual, e você poderá escolher entre os modos claro e escuro. A configuração pode ser revertida a qualquer momento no menu superior.

3. Gerenciamento de grupos, páginas e eventos

O novo Facebook também simplificou a criação de grupos, páginas e eventos. A principal novidade do processo, que está muito mais intuitivo, é que agora é possível obter uma prévia em tempo real do evento, grupo ou fanpage criada. Desta forma, o usuário sabe exatamente como a página ficará na versão web ou móvel antes de finalizar a criação.

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‘Vespas assassinas’ não representam perigo tão grande a humanos, dizem especialistas nos EUA

Entomólogos asseguram que Vespas Gigantes Asiáticas têm como alvo abelhas e não atacam humanos se não forem incomodadas. Insetos foram encontrados pela primeira vez no país no final de 2019, em Washington.

Após a comoção causada, principalmente em redes sociais, pela divulgação de que Vespas Gigantes Asiáticas, apelidadas de “vespas assassinas”, foram encontradas pela primeira vez nos Estados Unidos, entomologistas ressaltam que elas podem ser perigosas para seres humanos, mas não costumam atacar se não forem incomodadas.

A maior ameaça do inseto – que chega a medir 5 centímetros – é para as comunidades de abelhas, que não tem mecanismos de defesas contra elas e são seu alvo principal. Segundo Sven-Erik Spichiger, entomologista do Departamento Estadual de Agricultura de Washington, apenas algumas Vespas Gigantes Asiátias podem exterminar uma colmeia saudável inteira em poucas horas.

Mas Chris Looney, outro entomologista do mesmo departamento de Agricultura de Washington, e que atua na busca pelas vespas, disse nesta quinta-feira (7) à Associated Press que as pessoas nos EUA devem evitar o pânico. “O número de pessoas que são picadas e precisam buscar atendimento médico é incrivelmente pequeno”. De acordo com ele, esses insetos não estão atrás das pessoas.

Looney diz ainda que as Vespas Gigantes Asiáticas sequer são “assassinas”.

Também segundo a AP, especialistas dizem que apenas duas vespas do tipo, já mortas, foram encontradas em Washington em dezembro de 2019, e apenas um ninho vivo foi encontrado e exterminado em setembro, no Canadá. Este ano, nenhum inseto da espécie foi localizado ainda.

Looney, porém, aparece em fotos com insetos capturados em uma armadilha perto de Blaine, em Washington, em 23 de abril (veja acima).

Outros entomologistas ouvido pela agência de notícias se mostraram indignados pelo apelido.

Doug Tallamy, da Universidade de Delaware, reclamou: “Isso é 99% promoção da mídia e estou francamente ficando cansado disso. Vespa assassina? Por favor”.

Por e-mail, o especialista em abelhas Jerry Bromenshenk, aposentado pela Universidade de Montana, foi mais comedido, mas também reclamou. “Um ninho, uma vespa, esperamos, não causa uma invasão… queremos essa vespa? – com certeza não. Mas a promoção da mídia é extremamente exagerada”.

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Microsoft vende participação na empresa israelense de reconhecimento facial

O braço de capital de risco da Microsoft, M12, investiu na AnyVision como parte de uma rodada de financiamento de US $ 74 milhões em junho de 2019.

A Microsoft anunciou planos de alienar sua participação acionária na empresa israelense de reconhecimento facial AnyVision, após uma investigação da empresa pelo ex-procurador-geral dos Estados Unidos Eric Holder.

O braço de capital de risco da Microsoft, M12, investiu na AnyVision como parte de uma rodada de financiamento de US $ 74 milhões em junho de 2019.

Holder e sua equipe no escritório de advocacia Covington & Burling conduziram uma auditoria da AnyVision a partir de outubro de 2019, depois que a NBC News e outros veículos de comunicação, incluindo a Forbes e a publicação de negócios israelense TheMarker, informaram que a startup de reconhecimento facial estava vigiando os palestinos em toda a Cisjordânia.

Em um resumo das descobertas, publicado na sexta-feira , Covington & Burling disse que a tecnologia é usada nos postos de fronteira entre Israel e a Cisjordânia, mas observou que “as evidências disponíveis demonstram que a tecnologia da AnyVision não tem anteriormente e atualmente não alimenta uma massa. programa de vigilância na Cisjordânia, que foi acusado em reportagens da mídia. ”

O escritório de advocacia disse que conversou com funcionários e terceiros e revisou registros contábeis e outras evidências para chegar a sua conclusão. Reconheceu que a revisão era “limitada em certos aspectos por restrições legais à divulgação de informações confidenciais”.

A NBC News informou em outubro de 2019 que a tecnologia da AnyVision alimentou um projeto de vigilância militar classificado que monitorou os palestinos na Cisjordânia. O projeto foi tão bem-sucedido que a AnyVision ganhou o principal prêmio de defesa de Israel em 2018 por evitar “centenas de ataques terroristas” usando “grandes quantidades de dados”.

Ativistas de direitos humanos argumentaram que o trabalho da AnyVision de monitorar palestinos na Cisjordânia era incompatível com suas declarações públicas sobre padrões éticos para a tecnologia de reconhecimento facial .

“Após cuidadosa consideração, a Microsoft e a AnyVision concordaram que é do melhor interesse de ambas as empresas alienar sua participação na AnyVision”, afirmou a Microsoft em comunicado. “Para a Microsoft, o processo de auditoria reforçou os desafios de ser um investidor minoritário em uma empresa que vende tecnologia sensível, uma vez que esses investimentos geralmente não permitem o nível de supervisão ou controle que a Microsoft exerce sobre o uso de sua própria tecnologia”.

A Microsoft também anunciou uma mudança global em sua política de investimentos para encerrar os investimentos minoritários em empresas que vendem tecnologia de reconhecimento facial para dar à empresa “maior supervisão e controle sobre o uso de tecnologias sensíveis”, segundo comunicado divulgado sexta-feira.

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China destrói igrejas durante pandemia

Governo comunista persegue cristianismo há tempos, mas se aproveita do surto de coronavírus para demolir templos

Com os fiéis cristãos isolados em casa por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, autoridades chinesas se aproveitaram da ausência deles para demolir suas igrejas no país, cujo governo comunista faz de tudo para impedir a manifestação da crença cristã.

Têm viralizado na internet vídeos de cruzes removidas com guindastes e construções postas abaixo por escavadeiras. As imagens têm sido enviadas por organizações não governamentais (ONGs) que lutam pela permanência do cristianismo no país oriental, como a Irmandade Cristã Chinesa e a ChinaAid, entre outras.

“A perseguição religiosa continua mesmo no meio da quarentena por causa do coronavírus”, escreveu Bob Fu, um dos fundadores da ChinaAid. “A Igreja de Xiangbaishu, na cidade de Yixing, província de Jiangsu, foi destruída pelo governo do Partido Comunista da China.

A cruz é a nossa glória”, complementa o ativistano microblog.

Algumas organizações governamentais foram formadas para controlar o culto cristão no país, mas são tantas as restrições que, obviamente, existe a intenção de suprimir aos poucos os seguidores do Senhor Jesus naquela nação.

Segundo o jornal britânico The Guardian, são cerca de 90 milhões de cristãos chineses, sendo que um terço deles congrega em igrejas escondidas do governo, ilegais. Mesmo nas legais, menores de 18 anos não podem entrar.

A publicação de Londres diz que 5,5 mil igrejas cristãs foram demolidas, desativadas ou até confiscadas pelo governo comunista e que, mesmo em alguns templos ainda permitidos pelas autoridades, os frequentadores são vigiados eletronicamente, com filas para reconhecimento facial na entrada e rastreamento por meio de seus celulares.

Nem on-line nem em casa
Com o avanço da Covid-19 e a quarentena sugerida pelo governo, os membros das igrejas cristãs registradas pelo Estado ou clandestinas passaram a se reunir pela internet, via teleconferência. Na província de Shandong, no leste do país, as organizações “cristãs” estatais declararam publicamente que as pregações on-line fossem interrompidas e que as igrejas que fizessem essas reuniões em segredo seriam desativadas. O mesmo estaria acontecendo nas outras províncias, mesmo sem advertência oficial.

Segundo o site de notícias norte-americano Breitbart, o Partido Comunista da China incentiva que pessoas denunciem também os cultos feitos em casa fora da época da quarentena, quem os promove e quantas pessoas os frequentam. E não só as reuniões domésticas são alvo da proibição. Ela se estende a seminários, ministérios, projetos de voluntariado, escolas dominicais e a qualquer outro tipo de iniciativa.

A Bíblia já antecipava a marcação cerrada do diabo aos cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12). Hoje o maligno atua por meio de governos opressores e entidades que se incomodam com a Verdade que a Palavra de Deus dissemina.

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Benjamin Netanyahu sugere crianças de microchip, criticadas por especialistas.

“Se as informações com a localização das crianças forem carregadas na Internet, um pedófilo com algum conhecimento cibernético poderá invadir o sistema e persegui-lo”, disse o especialista em cibernética Einat Meron.

Especialistas em cibercriminosos criticaram o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por sua proposta de “microchip” crianças que retornam às escolas e jardins de infância quando o bloqueio do coronavírus é suspenso, informou a Ynet na sexta-feira.
Enquanto falava em uma entrevista coletiva na segunda-feira, Netanyahu sugeriu que o Ministério da Saúde usasse novas tecnologias para ajudar Israel a se adaptar à sua nova rotina, enquanto o estado está suspendendo o bloqueio do coronavírus. “Ou seja, tecnologia que não foi usada antes e é permitida pela legislação que aprovaremos”, esclareceu.
“Falei com nossos chefes de tecnologia para encontrar medidas em que Israel é bom, como sensores. Por exemplo, todas as pessoas, todas as crianças – quero primeiro as crianças – teriam um sensor que soaria um alarme quando você receber muito perto, como os dos carros “, disse o primeiro-ministro.
“Será difícil fazer isso com mais de um milhão de crianças em idade escolar que retornam às suas instituições de ensino para garantir que um aluno fique a uma distância de dois metros do outro. É fictício e perigoso”, disse à Ynet o especialista em resiliência cibernética Einat Meron. .
“Teoricamente, eu entendo a idéia”, disse ela. “Mas embora esses microchips sensíveis à distância existam nos veículos, é diferente nos seres humanos”. De acordo com Meron, “um som de bipe dizendo que eu cheguei perto de alguém não é suficiente. Quem disse que isso vai mudar alguma coisa? Eu teria chegado mais perto de qualquer maneira”.
O especialista acrescentou que “o problema real é a fiscalização, e aqui tudo muda”. Meron disse à Ynet que “as crianças do microchip não passarão em nenhum teste – tanto na prática quanto na legalidade”. Semelhante à noção de Meron de que notificar os cidadãos à distância não afetará suas ações, muitos temem que o Estado faça uso das informações disponíveis pelos sensores.
“Se as informações com a localização das crianças forem carregadas na Internet, um pedófilo com algum conhecimento cibernético poderá invadir o sistema e persegui-los fora de suas escolas, segui-los e distribuir as informações em outras plataformas”, afirmou Meron. “O Estado pode assumir a responsabilidade por isso?”
O Gabinete do Primeiro Ministro respondeu ao relatório, dizendo que a sugestão de Ynet Netanyahu “não deve ser implementada através de bancos de dados, mas através de uma tecnologia simples que notifica [os cidadãos] sobre sua distância. É uma opção voluntária projetada para ajudar as crianças a manter distância, como Mobileye com veículos “.
O escritório acrescentou que a sugestão do primeiro-ministro é “uma idéia que pode ajudar a manter o distanciamento social e não haverá nenhuma violação da privacidade”.
Na quarta-feira, Walla informou que os movimentos de todos os veículos em Israel foram  rastreados pela polícia e armazenados em um banco de dados não regulamentado chamado Eagle Eye. Uma fonte citada pelo site de mídia disse que a informação “pode ​​ser mantida por anos a fio”.
A Associação dos Direitos Civis de Israel (ACRI) enviou uma solicitação sob a Lei de Liberdade de Informação de que a polícia divulga a extensão das operações do Olho de Águia, bem como o tempo em que as informações sobre os movimentos dos cidadãos são armazenadas no sistema. 
A polícia de Israel respondeu ao ACRI, dizendo que a atividade do sistema não era padronizada internamente, apesar de vários anos de operações. “De qualquer forma, uma vez finalizado, o procedimento não será divulgado ao público”, acrescentou a polícia.
No final de março, Yediot Aharonot relatou um banco de dados classificado Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) que armazenava informações sobre todos os cidadãos israelenses e a maioria dos palestinos da Cisjordânia. Os dados rastreados pela agência de segurança incluíam movimentos, telefonemas e mensagens de texto.

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Quem são os profissionais que não podem parar a rotina na pandemia

Eles não trabalham nos hospitais, mas estão na linha de frente de contato com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Profissionais de serviços essenciais como os sepultadores, coletores de lixo, gasistas e operadores de pedágio não para suas atividades mesmo durante uma pandemia.

Todos concordam que a vida mudou. Uma mistura de preocupação, medo, distanciamento e muito trabalho.ADVERTISING

“Estamos trabalhando dobrado nesse período, em tese, deveríamos trabalhar das 7h às 18h, mas têm gente saindo depois das 20 horas”, conta Manoel Norberto, agente sepultador do cemitério da Cachoeirinha e diretor do Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo). “Além da preocupação com o aumento de casos da doença.”

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