Pesquisas eleitorais com liberação de divulgação nesta terça (22.set.2026) somam 17 levantamentos estaduais. Quer saber quais Estados aparecem, onde checar a metodologia e como acompanhar os resultados em tempo real? A lista e as orientações estão aqui.
Levantamentos liberados nesta 3ª feira (22.set.2026)
Pesquisas eleitorais com liberação nesta terça (22.set.2026) mostram 17 levantamentos estaduais. Os dados foram divulgados com autorização para publicação. Veja abaixo quais Estados aparecem na lista e o que checar nos relatórios.
Quais Estados tiveram levantamentos liberados?
- São Paulo
- Minas Gerais
- Rio de Janeiro
- Bahia
- Paraná
- Rio Grande do Sul
- Santa Catarina
- Goiás
- Ceará
- Pernambuco
- Pará
- Espírito Santo
- Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Paraíba
- Maranhão
- Piauí
Onde checar a metodologia e os documentos?
Procure o registro no TSE e o relatório completo da pesquisa. O relatório traz a amostra, o período de campo e a margem de erro. Esses itens ajudam a entender a confiabilidade dos números.
O que observar nos resultados
- Amostra: número de entrevistados e perfil sociodemográfico.
- Período de campo: quando as entrevistas foram feitas.
- Margem de erro: quanto os números podem variar na realidade.
- Empresa de pesquisa: histórico e registro no TSE.
Termos explicados de forma simples
Amostra é o grupo de pessoas entrevistadas. Ela representa a população pesquisada. Margem de erro mostra a possível diferença entre a pesquisa e a realidade. Registro no TSE indica que a pesquisa foi oficializada e pode ser publicada.
Como acessar a lista completa
Use o agregador de pesquisas do veículo ou o portal do TSE para ver os documentos. Lá você encontra planilhas, relatórios e as notas técnicas. Assim você confere tudo com calma.
Estados abrangidos: SP, MG, PR, RS, SC e outros
Pesquisas eleitorais de 22.set.2026 abrangem 17 levantamentos estaduais em diversas regiões do país.
A lista inclui capitais e cidades do interior em cada Estado, com amostras variadas.
Estados com levantamentos liberados
- São Paulo (SP) — levantamento estadual com amostra urbana e rural registrada no TSE.
- Minas Gerais (MG) — pesquisa que cobre regiões metropolitanas e cidades do interior.
- Paraná (PR) — levantamento estadual com dados por faixa etária e sexo.
- Rio Grande do Sul (RS) — amostra representativa das principais mesorregiões do Estado.
- Santa Catarina (SC) — pesquisa com campo realizado em municípios diversos e registrado.
- Rio de Janeiro (RJ) — levantamento que inclui capital e municípios metropolitanos.
- Bahia (BA) — dados coletados em áreas urbanas e zonas rurais do Estado.
- Goiás (GO) — pesquisa estadual com recorte por regiões administrativas.
- Ceará (CE) — levantamento com amostra proporcional às principais cidades do Estado.
- Pernambuco (PE) — dados coletados em áreas urbanas e povoados do interior.
- Pará (PA) — pesquisa que inclui regiões metropolitanas e áreas mais distantes.
- Espírito Santo (ES) — levantamento com amostra ponderada por idade e gênero.
- Mato Grosso (MT) — pesquisa estadual com cobertura em municípios-chave
- Mato Grosso do Sul (MS) — levantamento incluindo cidades médias e pequenas do Estado.
- Paraíba (PB) — pesquisa registrada com amostra que representa o Estado.
- Maranhão (MA) — levantamento com diferentes recortes regionais e sociodemográficos.
- Piauí (PI) — pesquisa estadual com registro e relatório público.
O que significa cobertura estadual
Cobertura estadual indica que a pesquisa ouviu pessoas em várias cidades do Estado. Isso ajuda a refletir o cenário regional, não apenas a realidade da capital.
Como confirmar a participação do seu Estado
Consulte o registro no TSE e o relatório técnico da pesquisa. No documento você encontra amostra, período de campo e margem de erro.
Empresas de pesquisa e registro no TSE
Empresas de pesquisa precisam registrar a pesquisa no TSE antes de divulgar os resultados.
O que consta no registro
No registro aparecem o contratante, a metodologia, o tamanho da amostra e a margem de erro.
Também é informado o período de campo e o responsável técnico.
Como checar o registro
- Vá ao site do TSE e use a busca por pesquisas eleitorais.
- Procure o número de protocolo informado no relatório.
- Confirme se o nome da empresa e os dados batem com o documento.
Exemplos de institutos
Institutos como Datafolha, Ipec, Paraná Pesquisas e Vox Populi costumam registrar estudos no TSE.
Por que o registro é importante
O registro dá transparência e facilita checar a veracidade da pesquisa.
Sem registro, a divulgação pode ser irregular ou pouco confiável.
O que verificar no relatório técnico
- Amostra: número e perfil dos entrevistados.
- Margem de erro: variação possível nos resultados.
- Período de campo: quando as entrevistas foram feitas.
- Método de coleta: telefone, presencial ou online.
Dicas práticas
Prefira pesquisas registradas e com relatório completo disponível. Compare estudos de várias empresas antes de tirar conclusões.
Metodologia: o que é exigido para publicar
Metodologia define como as pesquisas eleitorais foram feitas e o que é exigido.
Itens exigidos para publicar
- Registro no TSE: número de protocolo e dados básicos da pesquisa.
- Tamanho da amostra: número de entrevistados e perfil sociodemográfico detalhado.
- Método amostral: como os entrevistados foram selecionados e por quê.
- Margem de erro: indicação de quanto os números podem variar na realidade.
- Período de campo: datas em que as entrevistas foram feitas.
- Questionário: perguntas aplicadas e a ordem, para avaliar possíveis vieses.
- Responsável técnico: nome e registro do profissional responsável pela pesquisa.
- Método de coleta: telefone, presencial ou online, e os procedimentos usados.
- Ponderação (pesos): ajustes aplicados para tornar a amostra representativa.
- Contratante e financiamento: quem pagou e como foi contratado o estudo.
- Relatório técnico: documento completo disponível para consulta pública.
Termos explicados
Amostra é o grupo de pessoas entrevistadas que representa a população alvo.
Margem de erro mostra a possível variação entre a pesquisa e a realidade.
Ponderação são pesos aplicados para ajustar diferenças na amostra.
Por que esses itens importam
Esses dados ajudam a avaliar se a pesquisa é confiável e transparente.
Sem essas informações, resultados podem ser enganosos ou incompletos.
Como acessar o Agregador de Pesquisas do Poder360
Pesquisas eleitorais
Para acessar, abra o site do Poder360 e clique no menu de pesquisa ou agregador.
Como buscar
Use filtros por Estado, instituto, período e tema para achar o levantamento desejado.
- Selecione o Estado para ver estudos locais e comparações regionais.
- Filtre por data para encontrar pesquisas publicadas naquele período.
- Escolha o instituto para checar método e histórico da empresa.
- Baixe relatórios e planilhas quando o arquivo estiver disponível.
O que conferir nos resultados
Verifique o número do registro no TSE indicado no agregador antes de citar dados.
Compare pesquisas de diferentes institutos para evitar conclusões imediatas ou enviesadas.
Considere margem de erro e período de campo ao interpretar os resultados.
Se houver dúvidas, abra o relatório técnico ou entre em contato com o instituto.
Regras editoriais e transparência dos dados
Regras editoriais definem como publicar pesquisas eleitorais com clareza e responsabilidade.
Princípios básicos
O veículo deve informar o instituto, o contratante e o número de registro.
Também é preciso mostrar margem de erro, período de campo e método de coleta.
Transparência dos dados
Transparência significa publicar o relatório técnico e os dados essenciais abertamente.
Isso permite que leitores e especialistas verifiquem a metodologia e as conclusões.
Informações obrigatórias
- Instituto: nome completo da empresa responsável pela pesquisa.
- Registro: número no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e data de protocolo.
- Período de campo: dias em que as entrevistas foram realizadas.
- Método de coleta: telefone, presencial ou online, com breve explicação.
- Amostra e ponderação: tamanho, perfil e eventuais ajustes aplicados.
Cuidados editoriais
Evite afirmar certezas quando a margem de erro for alta ou a amostra pequena.
Use termos claros e destaque limitações para não induzir o leitor ao erro.
Como conferir a transparência
- Busque o registro no site do TSE e confirme o número informado.
- Leia o relatório técnico para checar amostra, perguntas e ponderações.
- Compare resultados entre institutos antes de tirar conclusões rápidas.
Quando houver dúvidas, prefira citar pesquisas com relatório público e completo.
PoderDataCast: análise e interpretação dos levantamentos
PoderDataCast traz episódios que analisam pesquisas eleitorais e interpretam seus resultados.
O programa explica os números, mostra contexto regional e destaca tendências locais.
O que o podcast analisa
Ele compara resultados entre institutos e avalia consistência das informações publicadas.
- Metodologia e registro: verifica se a pesquisa tem protocolo e dados públicos.
- Amostra e margem de erro: checa tamanho, perfil e variação possível nos números.
- Recortes regionais: destaca diferenças entre capital, interior e regiões metropolitanas.
- Tendências ao longo do tempo: observa se mudanças se mantêm em várias pesquisas.
Como interpretar as análises
Ouça os comentários para entender limites e evitar conclusões rápidas sobre intenções de voto.
Preste atenção na margem de erro e no tamanho da amostra antes de citar números.
Termos explicados
Amostra é o grupo de pessoas entrevistadas que representa a população alvo.
Margem de erro indica quanto os resultados podem variar na realidade.
Ponderação ajusta os dados para que a amostra reflita a população real.
Dicas práticas
Use o podcast para contextualizar números e não apenas repetir porcentagens frias.
Compare episódios com diferentes institutos antes de formar uma opinião firme.
Como enviar pesquisas e acompanhar atualizações
Pesquisas eleitorais devem ser registradas e enviadas ao TSE antes de qualquer divulgação pública.
Como enviar
- Registre o estudo no sistema do TSE e guarde o protocolo gerado.
- Anexe o relatório técnico, o questionário e a planilha de microdados em formato editável, preferencialmente CSV.
- Informe o nome do contratante e do responsável técnico com registro profissional completo.
- Inclua o método amostral, o período de campo e a margem de erro claramente no relatório.
- Envie o número de protocolo ao veículo e ao agregador para publicação oficial.
- Use contatos oficiais do veículo e envie os arquivos por e-mail seguro ou portal protegido.
Acompanhar atualizações
Monitore o Agregador do Poder360 e o site do TSE várias vezes por dia.
- Ative alertas por e-mail e notificações nas plataformas para novas publicações imediatas.
- Assine a newsletter do veículo e siga perfis oficiais nas redes sociais.
- Compare resultados entre institutos e verifique consistência antes de divulgar números publicamente.
- Ouça análises do PoderDataCast para entender contexto e limitações das pesquisas recentes.
- Em caso de dúvidas, entre em contato com o instituto responsável pela pesquisa.
Documente todo o processo e guarde arquivos para comprovar a divulgação futura.
Conclusão
Em resumo, as pesquisas eleitorais exigem atenção à metodologia e transparência dos dados divulgados.
Verifique registro no TSE e leia o relatório técnico antes de citar números.
Compare estudos de diferentes institutos, considere a margem de erro e o contexto.
Use o Agregador do Poder360 e o podcast PoderDataCast para obter contexto.
Sempre prefira pesquisas registradas, com relatório completo e microdados públicos para verificar procedimentos.
Quando houver dúvidas, consulte o instituto responsável ou verifique o registro no TSE.
Fonte: www.Poder360.com.br











